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Cara, impressionante como as coisas mudam rápido no futebol. Até dois meses atrás não se pensava na hipótese do Internacional, que era uma unanimidade no tocante a qualidade, perder para Corínthians, recentemente de volta a primeira divisão.
Mas ai os meses passam e a casa começa a desabar, ou pelo menos se ve que os alicerces não eram tão sólidos assim.
Sou coloradíssimo, graças a Deus, porém não sou tapado, e o que vi contra o Corínthians pela Copa do Brasil foi um time que é totalmente dependente da figura ofensiva do Nilmar, o que é até certo ponto compreensível, eu disse "compreensível", e não natural, visto que o o Nilmar é um atacante diferenciado realmente.
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Teorias sobre o monstro de fumaça |
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Concordo com o Siri, com relação a suas teorias sobre o monstro de lost.
Acho que ele se morfa em quem quiser e dai fui lembrando de aparições de gente morta em vários episódios como: o Charlie, a Ana Lucia, o próprio Chrsitian, Mr. Eko, o irmão de Mr Eko, a filha da francesa.
Em todos os casos justificam-se as aparições em virtude das tentativas da ilha/monstro/entidade egípicia de manipular o futuro.
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Só tenho a lamentar pelos "anti-lostianos" que conheço. Aqueles que dizem: "-é, eu vi, mas não entendi muito bem..."
Na minha opinião, depois de cinco temporadas, os roteiristas conseguiram algo inacreditável. Sei que a sexta temporada fechará toda a série e que, todo mundo espera que encerre e resolva todos as nossas dúvidas, mas o que mais me impressiona é ter a certeza de que, façam o que quiserem fazer, por mim está bem feito. Sendo mais claro ainda, se na próxima temporada aparecer o Chapolin Colorado, não to nem ai. Ficará na minha mente tudo que aconteceu até a quinta que foi, sem dúvida, muito bem feito.
É óbvio que sempre posso me decepcionar vendo a sexta, porém sempre terei o consolo de dizer que até a quinta, foi LOST, depois dela foi outro lance.
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Roberto Justos não gostou do pedido de demissão de participante Aprendiz 6" |
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Confesso que fiquei com pena da menina que foi detonada por Justus por demonstrar que estava insatisfeita com o fato de estar ali, participando do programa.
Assiti o programa e isso me remeteu a várias épocas de minha própria vida em que me ví em situações semelhantes. Olhando ao redor e vendo muito lixo, muita sacanagem e tendo vontade de pular fora.
No fundo é isso que o programa é. A mesa que avalia, que propõe as tarefas é só um pequeno aspécto do universo dos negócios que é proposto pelo programa. O que se ve o tempo inteiro é: ganha quem tiver maior habilidade de puxar o tapete do oponente, ou seja, mais ou menos o que ocorre em qualquer média e grande empresa hoje em dia. |
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